O método aplicado em empresas reais
Os nomes dos clientes são preservados e não publicamos números individuais. Separamos o que é projeto da BeeHub do que foi experiência do fundador antes da empresa existir.
Projetos da BeeHub
Caixaí: o domingo de contas virou um app no bolso
Uma revendedora anotava tudo no papel e perdia o domingo somando. Hoje venda, crediário, estoque e lucro ficam num app feito para a rotina dela.
Consultório odontológico: um WhatsApp só, ligado à agenda
Leitura das conversas e da agenda, CRM ligado ao atendimento e acompanhamento com o dentista.
Clínica com duas unidades: atendimento num CRM próprio
Piloto de um CRM de código aberto, em servidor no Brasil, para organizar o atendimento das duas unidades.
Antes da BeeHub
Não foram clientes da BeeHub: são empresas onde o nosso fundador trabalhou. Cada uma mostrou o atrito numa etapa diferente da jornada do cliente.
Atendimento comercial
O que se via: a resposta ao cliente demorava, e ninguém sabia quanto, porque o tempo de resposta não era medido.
O que ficou: o que não se mede não melhora. Todo projeto nosso começa por medir a primeira resposta.
Compra e suporte
O que se via: um suporte útil e bem-intencionado, mas sem estrutura: cada atendimento era resolvido e esquecido.
O que ficou: suporte bom precisa de processo e de histórico, não só de boa vontade.
Pós-venda e retenção
O que se via: aquisição de clientes muito bem feita, com anúncios e rastreio, mas pouca capacidade de prever quem ia cancelar.
O que ficou: crescer não é só atrair. A jornada continua depois da venda.
Cada caso tem o problema numa etapa diferente. Por isso o nosso trabalho começa pelo diagnóstico de um fluxo escolhido com o cliente, e não por um pacote fixo.